
23/04/2026
21:00
Auditório Municipal
| Cinema «O Palácio de Cidadãos» |
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| Perante o aumento da distância entre cidadãos e poder, e após uma crise económica que afetou gravemente a sociedade Portuguesa, este filme dá-nos a ver de forma inédita como cidadãos constroem uma sociedade a partir do interior de um parlamento, um Palácio de Cidadãos, possibilitando uma pertinente reflexão, muitas vezes contraditória e complexa, sobre a essência da Democracia. Este primeiro filme de Rui Pires é um retrato inquietante, irónico e dramático da Assembleia da República, Prémio de Melhor Filme Português no Doclisboa, estreado nos Cinemas a 24 de Abril em 2025, e pré-selecionado para Melhor Película Documental Iberoamericana nos Prémios Platino 2026. M/12 (Licença de Distribuição/2025/108 O PALÁCIO DE CIDADÃOS) Duração: 123min. RUI PIRES é realizador, montador e argumentista, formado pela Escola Superior de Teatro e Cinema, montador de filmes de ficção, documentário e em peças de teatro. Trabalhou na montagem do filme BAB SEBTA, realizado por Pedro Pinho e Frederico Lobo, Prix Esperance Award - FidMarseille, Prémio Melhor Filme Português - Doclisboa, e durante 5 anos em Lausanne, na Suíça, como assistente de montagem e de realização do realizador Fernand Melgar, nos filmes L’ÉCOLE DES PHILOSOPHES e L’ABRI, Competição no Festival Internacional de Locarno. Co-fundador da cooperativa MONOMITO Argumentistas, O PALÁCIO DE CIDADÃOS é o seu primeiro filme, co-produzido pela MONOMITO Argumentistas e TERRATREME Filmes, Prémio MAX para Melhor Filme da Competição Portuguesa no Festival Internacional de Cinema Doclisboa, e estreado no cinema em Portugal em 2025 e no Uruguai em 2026. |
| Concerto «Tó Trips & Fake Latinos» |
| Local, data e hora |
| CRDA | 24 de abril de 2026 | 21h00 |
| Lotação |
| 200, dos quais 2 são para pessoas com mobilidade reduzida |
| Tó Trips amealha já praticamente quatro décadas de ofício à guitarra, num caso raro de resiliência benigna e constante inventividade. Como músico, guitarrista e compositor, alcançou o seu maior reconhecimento internacional com a dupla formada ao lado de Pedro Gonçalves, Dead Combo. Na sua carreira a solo, é autor de uma vasta e premiada obra musical, frequentemente “resgatada” pelo cinema e pela televisão para definir paisagens sonoras inimagináveis: depois do seu álbum de estreia Guitarra 66 (2009), e seguinte projeto Guitarra Makaka: Danças a um Deus Desconhecido (2015), lança Popular Jaguar (2023). Este ano iniciou um novo capítulo, onde se juntam Alexandre Frazão na bateria, António Quintino no contrabaixo e Helena Espvall no violoncelo, que com ele compõem os Fake Latinos. O álbum do grupo, Dissidente, lançado em março, representa para Tó Trips "Uma mão cheia de músicas, de lugares, de histórias de vida, por vezes mais escuras, outras mais luminosas, sempre com um pé em Lisboa e outro fora. Onde o modo de tocar guitarra do passado se encontra com o de hoje!” |
| Cinema «Por ti, Portugal, eu juro!» |
| Local, data e hora |
| Auditório Municipal | 26 de abril de 2026 | 16h00 |
| Durante a Guerra Colonial, milhares de africanos combateram ao lado de Portugal e arriscaram a vida por uma pátria que acreditavam ser a sua. A mesma pátria que, depois da Revolução de Abril, os abandonou à sua sorte. 50 anos depois, os Comandos Africanos da Guiné continuam a reivindicar as pensões de sangue e invalidez que lhes foram prometidas. Este grupo foi a única tropa de elite do Exército português integralmente constituída por pessoas negras, pessoas que tomaram a dianteira das operações mais difíceis e protegeram os militares oriundos da metrópole. Reivindicam, até hoje, um lugar na História. Contam relatos de guerra, perseguição e morte. Dizem-se abandonados e traídos por um Estado que os usou, explorou e, por fim, descartou. Participação de dois jornalistas associados ao documentário para conversa com o público Realização e Argumento: Sofia da Palma Rodrigues e Diogo Cardoso Duração: 98 minutos Classificação Etária: Maiores de 12 |
| Teatro «Desver» |
| Local, data e hora |
| Auditório Municipal | 1 de maio de 2026 | 16h00 |
| you cannot unsee once you have seen. - aja monetfoi numa viagem. o avião não parou no aeroporto daquele país, foi noutro. aquele país não vinha no mapa. mas, se passássemos por checkpoints e muros e outras fronteiras, chegávamos lá. a uma parte de um país que tinha sido inteiro em tempos. ele disse, escrevam tudo já, não esperem escrevam enquanto ainda está quente. e eu escrevi.uma performance em progresso de Joana Craveiro. A apresentação está integrada no projeto UM LUGAR À VARANDA da Produção d’Fusão. Texto, criação, interpretação: Joana Craveiro Classificação Etária: Maiores de 12 |